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De Espanha, nem bons ventos, nem bons casamentos...

Quinta-feira, 26.08.10

 

  

     Já se dizia em tempos áureos, que "de Espanha, nem bons ventos, nem bons casamentos", continua a ser pura verdade!!!

Ao longo dos tempos sempre travámos batalhas ferozes com os poderosos e numerosos exércitos Castelhanos e nós, em muito menor número, sempre lhes demos porrada e sempre defendemos o nosso amado cantinho, como reza uma das deliciosas lendas - a da Padeira de Aljubarrota.

( post batalha de Aljubarrota - Junho2009)  http://grelhadamista.blogs.sapo.pt/1987.html

 

Por isso hoje, custa-me muito ouvir alguns compatriotas, que em vez de se insurgirem contra estes políticos que nos assolam, preferem a fácil via do -" mais valia sermos espanhois,blá ,blá ,blá, muitas vezes sem conhecimento nenhum, é o que ouvem na rua".

Eu prório já fui vítima da caricata situação que já mais parece uma antiga anedota, que outra coisa, mas infelizmente aconteceu comigo!!

Há uns anos fui a Espanha e pedi uma "cerveja", embirraram e queriam que eu trocasse o J pelo Z de "cerveza", que não entendiam, andámos ali 5 min. nisto, desisti de beber a minha cerveja, mas não de chamá-la cerveja. Café igual, nada entendem porque não querem, nós cá falamos tudo e entendemos tudo e todos, é uma questão de boa vontade. Ha! e ainda andei prá frente, para trás, prá frente, para trás, pois de cada vez que perguntava onde ficava o local X, diziam-me que era ao fundo, chegava ao fundo diziam, isso é para trás. Quando apanhei cá um autocarro de turismo espanhol, carregadinho de espanhois a que parou mesmo ao meu lado, ia eu a passar a pé no Campo Grande, para me perguntarem onde ficava o hotel tal, hotel esse que era ao virar da esquina à direita, mas não, como eu não entendia, indiquei o caminho que viravam à esquerda, passavam pela churrasqueira do campo grande, subiam para a 2ª circular, sempre em frente, passavam o estádio do Benfica (Ha, Eusébio, benfica, balé!) e seguiam sempre em frente, avistariam cúpulas de àrvores, seguir placas a indicar Monsanto, que mais à frente tinham placas com o nome do hotel e avistavam o hotel, rss. Assim mandei os turistas espanhois conhecer o monsanto, hehehehe!! ou seja vinguei-me bem, pois naquele tempo as rotundas do monsanto, não tinham tantas placas como agora, quem não conhecesse, dava ali voltas e voltas para sair dali. hahahaha!!!!

Mandaram-me isto, ao qual reproduzo aqui na grelhada-mista. Portugal sempre, com orgulho e humor!!

 

21 Razões para odiar os espanhóis.......no bom sentido!!!

 

1. A mania que eles têm de invadir-nos de 200 em 200 anos só para levarem nos cornos. Será masoquismo?!?

 

2. Tratado de Tordesilhas, em que eles ficaram com o ouro e a prata toda e nós com as mulatas e a caipirinha... pensando bem, o negócio até nem foi tão mal para nós porque, entretanto, o ouro e a prata acabaram-se.

 

3. As sevilhanas: que raio de gente com auto-estima se veste com vestidos às bolinhas tipo joaninha e saltita enquanto um parolo de cabelo oleoso geme como quem está com uma crise de hemorróidas?

 

4. Castilla la Macha, Estremadura e Andaluzia: todos eles desertos áridos e monótonos, mas sem camelos nem tipos de turbante para tirar fotos com os turistas.

 

5. O antigo costume espanhol de reclamarem para si terras às quais não têm direito (como Gilbraltar, Ceuta, Olivença - que é nossa! - e as Canárias).

 

6. Enrique Iglesias, y su magnifica verruga en la tromba.

 

7. A língua castelhana: esse prodígio da linguagem, em que seres humanos são capazes de emitir ruídos imitando perfeitamente o som de um cão a roer um osso.

 

8. Filipe I.

 

9. Filipe II.

 

10. Filipe III.

 

11. Os Seat, os piores automóveis que existem a oeste da Varsóvia. Boca chauvinista, a treinar diante do espelho: "Yo esborracho tu Seat Ibiza com mi pujante UMM"!

 

12. A Guardía Civil, e a sua mania de arrear porrada em políticos portugueses na fronteira: mesmo que eles estivessem a pedi-las, nos nossos políticos somos nós quem "molha a sopa".

 

13. Badajoz, a segunda cidade mais feia do mundo, a seguir a Ayamonte.

 

14. Os nomes que ostentam: quer queiram, quer não, Pilar é nome de uma viga de betão e Mercedes é tudo menos nome de mulher!

 

15. A mania que têm de se afirmarem como uma nação unida quando três quintos da população tem um ódio de morte a Espanha.

 

16. El Córte Inglés... Até eles tiveram vergonha da sua criação, pelo que não lhe chamaram "El Córte Español", optando por atirar as culpas a outro povo, totalmente inocente.

 

17. Café espanhol: uma zurrapa intragável e, além disso, para se conseguir uma bica em Espanha, o cliente tem que especificar expressamente que a quer "sin leche". E, à cautela, convirá também pedir sem Sonasol, sem gelo, sem pêlos do peito do empregado...

 

18. A riquíssima culinária espanhola: paella de carne, paella de peixe, paella de gambas... Claro que galegos, bascos e catalães têm uma culinária riquíssima, mas esses não são espanhóis (ver ponto 15).

 

19. O hábito cínico de nos tratarem por "nuestros hermanos". Aí o português deve, com ênfase, esclarecer: "Xô, bastardo! Vai prá p*** que te pariu!".

 

20. A televisão espanhola: 100% parola, e onde é considerado top de audiências um concurso em que a concorrente, chamada Mercedes (vrumm! vrumm!), tem que dançar sevilhanas (arrghh!) com o Enrique Iglesias (vómitos!) para ganhar um Seat (keep it!) ou um T2 em Ayamonte (nãaaaaaaaao!).

 

21. Já imaginando a contra-argumentação que alguns tentarão contra esta minha lista, devo lembrar que os filmes que passavam no antigo Canal 18 NÃO são feitos em Espanha, nem por espanhóis. São americanos e dobrados em espanhol porque os espanhóis ficariam logo murchos se ouvissem as senhoras a gemer noutra língua que não a sua. Aliás, os espanhóis nunca foram muito dotados: sabiam que a DUREX comercializa em Portugal preservativos na média 1 cm mais compridos do que aqueles que comercializa em Espanha?!?

 

Agora, agradeçamos todos:

Obrigado D. Afonso Henriques, por nos teres separado dessa raça, para que hoje possamos dizer, com orgulho, eu sou português!

 

 

 

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publicado por grelhadamista às 10:29

Planeta Terra - esgotado!

Quarta-feira, 25.08.10

                                                       

 

Tudo o que tenho visto, lido e pesquisado sobre os recursos do planeta Terra, a forma como são geridos ou sugados, o preço a pagar do chamado "progresso", a forma como se desenrola todo o processo mundial de recursos, dependendo das sociedades dominantes e dos seus luxos e conforto em detrenimento de outras que continuam a passar fome, sem condições nenhumas de vida, muitas vezes, sem os seus próprios direitos humanos minimamente assegurados, sem falar na exploração, no abuso, nas cobaias da indústria farmacéutica, tudo isto é sem dúvida alguma assustador, com as alterações climáticas dramáticas, o derrube de florestas, em especial na Amazónia, com a poluição dos rios e oceanos, cada vez menos recursos alimentares nos oferece o mar, pois não há tempo de reprodução e reposição do equilíbrio, tal é a pesca feroz e sem cuidados sérios. O avanço do homem sobre as reservas naturais, que encostam as espécias vivas ou as confinam a um espaço que lhe oferecem apenas a sua sobrevivência reduzida e consequente extinção. O sugar todas as riquezas do planeta, como o petróleo, a àgua, gás e outras riquezas, as novas agriculturas introduzidas de produção "industrial" que desfertilizam qualquer àrea em poucos anos, bem como os adubos químicos avançados e utilizados para um mais rápido crescimento, o lixo monstruoso que geramos, o desperdício e a ganância do controle, faz com que o nosso espectacular e brilhante planeta seja apenas uma presente-futura imagem triste, destruída, sem vida e a acabar... 

Tudo isto em nome do progresso, em nome da ciência, da tecnologia, do conforto, da evolução humana, que altera as leis naturais da vida e do próprio planeta, onde investimos para uma maior esperança de vida e retiramos essa mesma esperança ao mesmo tempo, com os novos hábitos alimentares, alteramos os cursos de rios, implantamos agriculturas modificadas trangénicas, tanques de aquacultura, productos químicos adubadores, hábitos de novo conforto e de comunicação, como os telemóveis, tvs 3D e todos os "gadgets" da moda, bem como todas as tecnologias de lazer (Computadores de bolso, portáteis, de secretária, consolas de jogos, etc...), que cada vez mais nos isola e nos altera o nosso sistema cerebral e nervoso, bem como os nossos hábitos naturais para sempre. Há muito a dizer, a discutir e a fazer, embora já seja tarde, mais vale tarde que nunca, mas deixarão as grandes sociedades dominantes "evoluídas" que se abrande e se altere as prioridades? deixarão as grandes sociedades contagiadas pelas dominantes, as emergentes, que se abrande e se altere o rumo do constante rápido crescimento destas sociedades? Estarão os senhores da Guerra, os Senhores Capitalistas e todos os líderes, dispostos a mudarem pelo nosso Planeta que já está bastante doente? ou continuamos como até aqui, ou seja, até não haver mais nada para competir, para construír, para evoluir, para beber, para comer, para apreciar, para dar, para receber, para VIVER.

 

João Azevedo

 

   

  

" A Terra tem um limite anual para regenerar os produtos que se gastam, mas seriam necessários 3 planetas Terra se toda a humanidade tivesse o mesmo nível de consumo da Europa."

 

Se toda a população mundial vivesse como um europeu, seriam necessários 3 planetas como a Terra para se conseguir um equilíbrio sustentável entre o consumo e a regeneração ecológica.

Se o padrão de vida mundial alcançar a de um cidadão norte-americano, seriam necessários 5 planetas, ao contrário do padrão de vida de um cidadão indiano, em que a produção da Terra poderia ser reduzida para metade. 

Estes são os dados apurados pela organização britânica e idependente New Economics Foundation (NEF), que reflectem a capacidade do nosso planeta para sustentar a vida que se desenvolve e mostrar que a Terra tem um limite ecológico por ano para gerar produtos e absorver a poluição.

 

Excedido este limite consome-se mediante a sobre exploração dos recursos, assinala Aniol Esteban, director da economia ambiental do New Economics Foundation. Em declarações à Efeverde, Esteban explica que um cidadão europeu gera nos primeiros dias do ano tantas emissões de CO2 como um cidadão da Tanzânia nos próximos 12 meses.

Por outro lado, segundo Esteban, este consumo é a base do paradoxo dos benefícios económicos de consumos insustentáveis. Um exemplo a dar, diz o director, é o Golfo México, considerado como o maior derramamento de petróleo da história dos Estados Unidos, que no entanto gera benefícios para uma parte da população através do pagamento de serviços de limpeza.

 

Segundo explica Esteben, a humanidade tem vivido durante séculos em equilíbrio até que há 3 décadas atrás, começámos a comer e a viver a crédito, conduzindo o equilíbrio para um ponto extremo. A organização adverte: a regeneração ecológica do planeta entrou no vermelho.

 

(Fonte:Naturlink 25-08-2010 - http://www.elmundo.es e http://www.neweconomics.org/

 

 

 

Links:

 

http://www.youtube.com/watch?v=L99QWDWjpyk

 

http://pt.wikipedia.org/wiki/Polui%C3%A7%C3%A3o

 

http://pt.wikipedia.org/wiki/Polui%C3%A7%C3%A3o_da_%C3%A1gua

 

http://sosearthblueplanet.org/movie/

 

http://confrontos.no.sapo.pt/page3.html

 

http://www.earthdaytv.net/

 

http://www.greenpeace.org/portugal/pt/O-que-fazemos/oceanos/

 

http://pt.wikipedia.org/wiki/Transg%C3%AAnicos

 

Documentário:

 

aconselho vivamente: http://www.home-2009.com/us/index.html

 

 

 

 

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publicado por grelhadamista às 10:20





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