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Preço dos Alimentos básicos pode duplicar em poucos anos...

Quarta-feira, 01.06.11

 

 

No seguimento dos meus posts anteriores e do meu receio, que para outros não passa de pura especulação, de conspiração até sem fundamento, incrédulos, acreditam e dizem que é o progresso, para mim é uma globalização e banalização de tudo, inclusivé de nós, seres humanos, numa economia feroz que faz dançar os mercados ,hoje compramoso que precisamos, o que não precisamos, o que querem que compremos, ditadura de modas e imagem num marketing publicitário cerrado e acutilante, mas o que é certo é que acreditemos ou não, estamos mesmo a ir dar lá, onde receio, o controle por alguns somente, da semente e produção agrícola mundial que sublinho nos tais meus anteriores posts.

 o Banco ou "arca" de sementes em Svalbard...

 

Os preços dos alimentos básicos vão quase duplicar nas próximas duas décadas se os governos não tomarem medidas urgentes para reformar o sistema global alimentar, alertou a Oxfam, uma das maiores organizações não-governamentais do mundo.

Este ano, o custo médio dos produtos agrícolas básicos aumentará entre 120 a 180%, em parte devido às alterações climáticas, segundo as estimativas desta ONG num relatório intitulado em inglês por “Growing a Better Future”. Este relatório refere que os políticos devem regular melhor os mercados alimentares e devem investir num fundo global para corrigir os efeitos das alterações climáticas.

A directora executiva desta organização, Barbara Stocking, diz que se queremos superar os desafios das alterações climáticas, combater a espiral de preços e a escassez de terra, água e energia, é preciso reformar o sistema alimentar. Na Guatemala, assinala a organização entre outros exemplos, 865.000 pessoas estão expostas à insegurança alimentar, porque como o Estado não investiu nos pequenos agricultores, as pessoas ficam dependentes das importações dos alimentos.

Os índios dedicam à sua alimentação diária mais do dobro de um ordenado médio de um britânico e pagam aproximadamente 11,5€ por um litro de leite e 6,9€ por um quilo de arroz. No Azerbaijão, a produção de trigo desceu 33% no ano passado devido ao mau tempo, obrigando o país a importar cereais da Rússia e do Cazaquistão, encarecendo em 20% os preços dos alimentos em apenas um ano. Na África Oriental, 8 milhões de pessoas estão expostas à escassez crónica de alimentos devido à seca.

No passado mês de Abril, os preços dos alimentos estavam 36% mais caros face ao mesmo período do ano anterior, atribuindo-se o motivo deste aumento aos problemas do Médio Oriente e Norte de África, entre outros factores.

A Oxfam propõe aos governos medidas urgentes para resolver este problema, tais como aumentar a transparência nos mercados das matérias-primas e regular os mercados futuros dos produtos agrícolas. Os governos devem também aumentar as suas reservas alimentares, abandonar as suas políticas de promoção dos biocombustíveis e investir em pequenos agricultores, principalmente em mulheres.

Esta organização pede aos líderes mundiais, que vão reunir numa nova cimeira sobre as alterações climáticas na África do Sul no próximo mês de Dezembro, que lancem um fundo especial que ajude os habitantes do planeta a protegerem-se melhor do impacto negativo deste fenómeno e que os prepare melhor para cultivar os alimentos que necessitam. 

 

 

Fonte: www.oxfam.org

 

Leituras adicionais:

Meta de biocombustíveis da UE prejudica produção de alimento nos países em desenvolvimento

Um povo encurralado pelos biocombustíveis

A segurança alimentar na Europa

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publicado por grelhadamista às 12:17

Fala por si....

Segunda-feira, 23.05.11

http://www.youtube.com/watch?v=XcpSBulFFEg&feature=player_embedded

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publicado por grelhadamista às 17:02

soma 2+2+2= 6 (tipo algodão, não engana)

Sexta-feira, 25.03.11

    

 

http://www.youtube.com/watch?v=QiY8QB1fNAY

 

Este video vem na linha do que tenho escrito e publicado no meu blog, sobre a globalização e a nova ordem mundial...

Só queria conhcer o objetivo real, o porquê, mas o quê????

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publicado por grelhadamista às 12:49

Geração à Rasca - A Nossa Culpa

Quinta-feira, 24.03.11

    

Um dia, isto tinha de acontecer.
Existe uma geração à rasca?
Existe mais do que uma! Certamente!
Está à rasca a geração dos pais que educaram os seus meninos numa abastança caprichosa, protegendo-os de dificuldades e escondendo-lhes as agruras da vida.
Está à rasca a geração dos filhos que nunca foram ensinados a lidar com frustrações.
A ironia de tudo isto é que os jovens que agora se dizem (e também estão) à rasca são os que mais tiveram tudo.
Nunca nenhuma geração foi, como esta, tão privilegiada na sua infância e na sua adolescência. E nunca a sociedade exigiu tão pouco aos seus jovens como lhes tem sido exigido nos últimos anos.

Deslumbradas com a melhoria significativa das condições de vida, a minha geração e as seguintes (actualmente entre os 30 e os 50 anos) vingaram-se das dificuldades em que foram criadas, no antes ou no pós 1974, e quiseram dar aos seus filhos o melhor.
Ansiosos por sublimar as suas próprias frustrações, os pais investiram nos seus descendentes: proporcionaram-lhes os estudos que fazem deles a geração mais qualificada de sempre (já lá vamos...), mas também lhes deram uma vida desafogada, mimos e mordomias, entradas nos locais de diversão, cartas de condução e 1º automóvel, depósitos de combustível cheios, dinheiro no bolso para que nada lhes faltasse. Mesmo quando as expectativas de primeiro emprego saíram goradas, a família continuou presente, a garantir aos filhos cama, mesa e roupa lavada.
Durante anos, acreditaram estes pais e estas mães estar a fazer o melhor; o dinheiro ia chegando para comprar (quase) tudo, quantas vezes em substituição de princípios e de uma educação para a qual não havia tempo, já que ele era todo para o trabalho, garante do ordenado com que se compra (quase) tudo. E éramos (quase) todos felizes.

Depois, veio a crise, o aumento do custo de vida, o desemprego, ... A vaquinha emagreceu, feneceu, secou.

Foi então que os pais ficaram à rasca.
Os pais à rasca não vão a um concerto, mas os seus rebentos enchem  Pavilhões Atlânticos e festivais de música e bares e discotecas onde não se entra à borla nem se consome fiado.
Os pais à rasca deixaram de ir ao restaurante, para poderem continuar a pagar restaurante aos filhos, num país onde  uma festa de aniversário de adolescente que se preza é no restaurante e vedada a pais.
São pais que contam os cêntimos para pagar à rasca as contas da água e da luz e do resto, e que abdicam dos seus pequenos prazeres para que os filhos não prescindam da internet de banda larga a alta velocidade, nem dos qualquercoisaphones ou pads, sempre de última geração.

São estes pais mesmo à rasca, que já não aguentam, que começam a ter de dizer "não". É um "não" que nunca ensinaram os filhos a ouvir, e que por isso eles não suportam, nem compreendem, porque eles têm direitos, porque eles têm necessidades, porque eles têm expectativas, porque lhes disseram que eles são muito bons e eles querem, e querem, querem o que já ninguém lhes pode dar!

A sociedade colhe assim hoje os frutos do que semeou durante pelo menos duas décadas.

Eis agora uma geração de pais impotentes e frustrados.
Eis agora uma geração jovem altamente qualificada, que andou muito por escolas e universidades mas que estudou pouco e que aprendeu e sabe na proporção do que estudou. Uma geração que colecciona diplomas com que o país lhes alimenta o ego insuflado, mas que são uma ilusão, pois correspondem a pouco conhecimento teórico e a duvidosa capacidade operacional.
Eis uma geração que vai a toda a parte, mas que não sabe estar em sítio nenhum. Uma geração que tem acesso a  informação sem que isso signifique que é informada; uma geração dotada de trôpegas competências de leitura e interpretação da realidade em que se insere.
Eis uma geração habituada a comunicar por abreviaturas e frustrada por não poder abreviar do mesmo modo o caminho para o sucesso. Uma geração que deseja saltar as etapas da ascensão social à mesma velocidade que queimou etapas de crescimento. Uma geração que distingue mal a diferença entre emprego e trabalho, ambicionando mais aquele do que este, num tempo em que nem um nem outro abundam.
Eis uma geração que, de repente, se apercebeu que não manda no mundo como mandou nos pais e que agora quer ditar regras à sociedade como as foi ditando à escola, alarvemente e sem maneiras.
Eis uma geração tão habituada ao muito e ao supérfluo que o pouco não lhe chega e o acessório se lhe tornou indispensável.
Eis uma geração consumista, insaciável e completamente desorientada.
Eis uma geração preparadinha para ser arrastada, para servir de montada a quem é exímio na arte de cavalgar demagogicamente sobre o desespero alheio.

Há talento e cultura e capacidade e competência e solidariedade e inteligência nesta geração?
Claro que há. Conheço uns bons e valentes punhados de exemplos!
Os jovens que detêm estas capacidades-características não encaixam no retrato colectivo, pouco se identificam com os seus contemporâneos, e nem  são esses que se queixam assim (embora estejam à rasca, como todos nós).
Chego a ter a impressão de que, se alguns jovens mais inflamados pudessem, atirariam ao tapete os seus contemporâneos que trabalham bem, os que são empreendedores, os que conseguem bons resultados académicos, porque, que inveja!, que chatice!, são betinhos, cromos que só estorvam os outros (como se viu no último Prós e Contras) e, oh, injustiça!, já estão a ser capazes de abarbatar bons ordenados e a subir na vida.

E nós, os mais velhos, estaremos em vias de ser caçados à entrada dos nossos locais de trabalho, para deixarmos livres os invejados lugares a que alguns acham ter direito e que pelos vistos - e a acreditar no que ultimamente ouvimos de algumas almas - ocupamos injusta, imerecida e indevidamente?!!!

Novos e velhos, todos estamos à rasca.
Apesar do tom desta minha prosa, o que eu tenho mesmo é pena destes jovens.
Tudo o que atrás escrevi serve apenas para demonstrar a minha firme convicção de que a culpa não é deles.
A culpa de tudo isto é nossa, que não soubemos formar nem educar, nem fazer melhor, mas é uma culpa que morre solteira, porque é de todos, e a sociedade não consegue, não quer, não pode assumi-la.
Curiosamente, não é desta culpa maior que os jovens agora nos acusam. Haverá mais triste prova do nosso falhanço?
Pode ser que tudo isto não passe de alarmismo, de um exagero meu, de uma generalização injusta.
Pode ser que nada/ninguém seja assim.

fonte: http://assobiorebelde.blogspot.com/2011/03/geracao-rasca-nossa-culpa.html

 (Não valia a pena escrever um artigo, quando está quase tudo dito, neste texto....já nem se vê putos a jogar à bola na rua, no entanto na minha opinião, a culpa não é só nossa, a culpa é desta nova e preparada há anos, esta sociedade de consumo criada, que está a ficar sem valores, nem princípios, completamente dependente do consumismo fútil para se saciar, já que os sentimentos, a relação humana e famíliar cada vez está mais apagada, uma geração que se vê sem saída, cheia de incertezas, depressiva, onde a globalização impera, onde cada vez nos mexemos menos e passamos dias e dias a olhar para um monitor, um televisor, um entertenimento cheio de publicidade, de grandes lucros a curto prazo num mercado de trabalho e serviços virtual em que nada se produz, em que nada se respeita, em que servimos a economia e mvez do contrário e somos tratados como mercadoria nesta sociedade dominada belos bancos e afluentes, pela especulação, manipulação, deseducação, massificação desta subtil consentida e suicida "nova sociedade mundial".

Atenção que não podemos comer nem beber portáteis, ipads e ipods, nem playstations....à rasca, à rasca está todo o mortal habitante deste nosso planeta Terra.

 

João Azevedo

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publicado por grelhadamista às 12:12

A SOLUÇÃO é fácil, prática e é como o algodão...não engana.

Segunda-feira, 21.02.11

 

     

Uma boa e grande limpeza desinfetante é o que precisamos!!!!!

 

 

Só não vê quem não quer...

 

Todos os ''governantes'' [a saber, os que se governam...] de Portugal falam em cortes de despesas - mas não dizem quais - e aumentos de impostos a pagar.

Nenhum governante fala em: 

1. Reduzir as mordomias (gabinetes, secretárias, adjuntos, assessores, suportes burocráticos respectivos, carros, motoristas, etc.) dos três Presidentes da República retirados;

2. Redução dos deputados da Assembleia da República e seus gabinetes, profissionalizando-os como nos países a sério. Reforma das mordomias na Assembleia da República, como almoços opíparos, com digestivos e outras libações, tudo à custa do pagode;

3. Acabar com centenas de Institutos Públicos e Fundações Públicas que não servem para nada e, têm funcionários e administradores com 2º e 3º emprego;

4. Acabar com as empresas Municipais, com Administradores a auferir milhares de euro/mês e que não servem para nada, antes, acumulam funções nos municípios, para aumentarem o bolo salarial respectivo.

5. Por exemplo as empresas de estacionamento não são verificadas porquê? E os aparelhos não são verificados porquê? É como um táxi, se uns têm de cumprir porque não cumprem os outros?s e não são verificados como podem ser auditados?

6. Redução drástica das Câmaras Municipais e Assembleias Municipais, numa reconversão mais feroz que a da Reforma do Mouzinho da Silveira, em 1821, etc...;

7. Redução drástica das Juntas de Freguesia.. Acabar com o pagamento de 200 ? por presença de cada pessoa nas reuniões das Câmaras e 75, ? nas Juntas de Freguesia.

8. Acabar com o Financiamento aos partidos, que devem viver da quotização dos seus associados e da imaginação que aos outros exigem, para conseguirem verbas para as suas actividades;

9. Acabar com a distribuição de carros a Presidentes, Assessores, etc, das Câmaras, Juntas, etc., que se deslocam em digressões particulares pelo País;

10. Acabar com os motoristas particulares 20 h/dia, com o agravamento das horas extraordinárias... para servir suas excelências, filhos e famílias e até, os filhos das amantes...

11. Acabar com a renovação sistemática de frotas de carros do Estado e entes públicos menores, mas maiores nos dispêndios públicos;

12. Colocar chapas de identificação em todos os carros do Estado. Não permitir de modo algum que carros oficiais façam serviço particular tal como levar e trazer familiares e filhos, às escolas, ir ao mercado a compras, etc;

13. Acabar com o vaivém semanal dos deputados dos Açores e Madeira e respectivas estadias em Lisboa em hotéis de cinco estrelas pagos pelos contribuintes que vivem em tugúrios inabitáveis....

14. Controlar o pessoal da Função Pública (todos os funcionários pagos por nós) que nunca está no local de trabalho. Então em Lisboa é o regabofe total. HÁ QUADROS (directores gerais e outros) QUE, EM VEZ DE ESTAREM NO SERVIÇO PÚBLICO, PASSAM O TEMPO NOS SEUS ESCRITÓRIOS DE ADVOGADOS A CUIDAR DOS SEUS INTERESSES, QUE NÃO NOS DÁ COISA PÚBLICA....;

15. Acabar com as administrações numerosíssimas de hospitais públicos que servem para garantir tachos aos apaniguados do poder - há hospitais de província com mais administradores que pessoal administrativo. Só o de PENAFIEL TEM SETE ADMINISTRADORES PRINCIPESCAMENTE PAGOS... pertencentes ás oligarquias locais do partido no poder...

16. Acabar com os milhares de pareceres jurídicos, caríssimos, pagos sempre aos mesmos escritórios que têm canais de comunicação fáceis com o Governo, no âmbito de um tráfico de influências que há que criminalizar, autuar, julgar e condenar;

17. Acabar com as várias reformas por pessoa, de entre o pessoal do Estado e entidades privadas, que passaram fugazmente pelo Estado.

18. Pedir o pagamento dos milhões dos empréstimos dos contribuintes ao BPN e BPP;

19. Perseguir os milhões desviados por Rendeiros, Loureiros e Quejandos, onde quer que estejam e por aí fora.

20. Acabar com os salários milionários da RTP e os milhões que a mesma recebe todos os anos.

21. Acabar com os lugares de amigos e de partidos na RTP que custam milhões ao erário público.

22. Acabar com os ordenados de milionários da TAP, com milhares de funcionários e empresas fantasmas que cobram milhares e que pertencem a quadros do Partido Único (PS + PSD).

23. Assim e desta forma Sr. Ministro das Finanças recuperaremos depressa a nossa posição e sobretudo, a credibilidade tão abalada pela corrupção que grassa e pelo desvario dos dinheiros do Estado ;

24. Acabar com o regabofe da pantomina das PPP, que mais não são do que formas habilidosas de uns poucos patifes se locupletarem com fortunas à custa dos papalvos dos contribuintes, fugindo ao controle seja de que organismo independente for e fazendo a "obra" pelo preço que "entendem"...;

25. Criminalizar, imediatamente, o enriquecimento ilícito, perseguindo, confiscando e punindo os biltres que fizeram fortunas e adquiriram patrimónios de forma indevida e à custa do País, manipulando e aumentando preços de empreitadas públicas, desviando dinheiros segundo esquemas pretensamente "legais", sem controlo, e vivendo à tripa forra à custa dos dinheiros que deveriam servir para o progresso do país e para a assistência aos que efectivamente dela precisam;

26. Controlar a actividade bancária por forma a que, daqui a mais uns anitos, não tenhamos que estar, novamente, a pagar "outra crise";

27. Não deixar um único malfeitor de colarinho branco impune, fazendo com que paguem efectivamente pelos seus crimes, adaptando o nosso sistema de justiça a padrões civilizados, onde as escutas VALEM e os crimes não prescrevem com leis à pressa, feitas à medida;

28. Impedir os que foram ministros de virem a ser gestores de empresas que tenham beneficiado de fundos públicos ou de adjudicações decididas pelos ditos.

29. Fazer um levantamento geral e minucioso de todos os que ocuparam cargos políticos, central e local, de forma a saber qual o seu património antes e depois.

30. Pôr os Bancos a pagar impostos.

Fonte: Facebook - Página:  1 milhão na Avenida da Liberdade pela demissão de toda a classe política 


 

Com estas medidas em pouco tempo estariamos no camimnho certo, com mais responsabilidade, seriedade, motivação, justiça e até brio.
Possivelmente contagiava pela positiva todas as pastas, como por ex: saúde, educação, justiça, agricultura e pescas. 

Qualquer dia fazemos um novo "25 de Abril", mas com caça aos políticos nestas condições de abuso, corrupção e desperdício, todos prá fogueira em praça pública.

 

João Azevedo

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publicado por grelhadamista às 14:32

Luto pelo meu País

Segunda-feira, 10.01.11

    

 

 

 

   Venho hoje, deixar só uma  nota, nada de novo, apenas continua...!! Também deixar dois links, do jornal SOL online, onde se lê sobre os 80 milhões de euros gastos em 10 anos nas pensões dos políticos e um outro onde se lê sobre o aumento das vendas da Rolls Royce em 170% no ano de 2010, não me apetece dizer muito mais neste momento, o que não quer dizer que tenha baixado os braços ou que me tenham vencido por cansaço, ou que já não tenha reação, não, é apenas este momento, pois luto e sempre lutarei pelo meu País, mas o que me apetece agora, é sonhar, sonhar que posso actuar, mas actuar como um todo e de vez, que posso verificar todos os negócios sujos e gestões ruinosas e responsabilizar os responsáveis, os políticos, os empresários corruptos e outros, de os levar à justiça e rapidamente tirar esta gente de circulação para servirem a comunidade e fechar-se o processo, a de acabarmos com este arrastar constante de inércia alargada a todas as pastas em especial à cega justiça, pois era escusado e não é justo estarmos na posição em que estamos. Se acreditamos no progresso e na modernização, não é no telemóvel xpto ou no carro x ou na casa y, é em nós, pessoas, aqui é que o progresso faz sentido, na mudança da nossa mentalidade, mais responsável, numa posição mais culta, mais empreendedora, honesta, com sentimentos, valores e comportamentos mais refinados, sem nos deixarmos levar pelas "luzes" da globalização do consumismo e do retorno imediato, mas curto. Lamento por Portugal, pelo povo Português, que também não é isento de culpas, pois nada fizemos desde a passagem da monarquia até agora, ou seja, se passámos da monarquia para a República, em que duas das princípais razões foram, o País encontrar-se sem rumo e o esbanjamento de dinheiros públicos pelo Rei, na República continuou tudo na mesma, o esbanjamento, o desperdício, depois  já em processo de banca rota, tivemos um Senhor (que foi convidado) e que sim, finalmente equilibrou as contas públicas, goste-se ou não se goste, Salazar foi exímio na sua função e na gestão das contas do estado (note-se que foi a única altura na História de Portugal que tivemos uma boa gestão financeira), passados 100 anos desde a implatação da República, comemorada exuberantemente, temos o mesmo problema, não aprendemos nada e agora temos o FMI outra vez à porta, já cá tivemos o FMI em 1977 e 1984, no pós 25 de Abril e estamos na eminência de virem outra vez, passados 27 anos.

Podemos concluir que a "passagem de sistema político" nada resolveu e a classe política nada aprendeu em termos de servir o País, continuou sim a servir a classe e arredores, pois penso que o nosso problema principal é mesmo a nossa mentalidade, nossa? sim nossa, povo, sim nossa políticos, sim nossa empresários, Nossa, de todos.

Poderia aqui e agora, escrever um texto extenso, mas não o vou fazer, vou simplesmente gerir a minha tristeza, a minha impotência e a minha revolta que sinto, de sentir um enorme orgulho de nascer num País rico geográficamente, capaz, inteligente, mas que desperdiça constantemente os seus recursos, capacidades e valor.

Se derem ao trabalho de ver alguns dos meus anteriores posts...não é nada de novo para nós, o que deveria ser novo era o nosso BASTA!

 

João Azevedo

 

Links:

http://sol.sapo.pt/inicio/Sociedade/Interior.aspx?content_id=8830

http://sol.sapo.pt/inicio/Economia/Interior.aspx?content_id=8855

 

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publicado por grelhadamista às 16:50

Uma nova Era já começou!‏

Segunda-feira, 06.12.10

 

 

   
   
  
Que futuro?
  
Está a acontecer na nossa rua e à nossa volta, e ainda não percebemos que a Revolução, uma nova Era já começou!

As pessoas andam um bocado distraídas! Não deram conta que há cerca de 3 meses começou a Revolução! Não! Não me refiro a nenhuma figura de estilo, nem escrevo em sentido figurado! Falo mesmo da Revolução "a sério" e em curso, que estamos a viver, mas da qual andamos distraídos (desprevenidos) e não demos conta do que vai implicar. Mas falo, seguramente, duma Revolução!

De facto, há cerca de 3 ou 4 meses começaram a dar-se alterações profundas, e de nível global, em 10 dos principais factores que sustentam a sociedade actual. Num processo rápido e radical, que resultará em algo novo, diferente e porventura traumático, com resultados visíveis dentro de 6 a 12 meses... E que irá mudar as nossas sociedades e a nossa forma de vida nos próximos 15 ou 25 anos!

... tal como ocorreu noutros períodos da história recente: no status político-industrial saído da Europa do pós-guerra, nas alterações induzidas pelo Vietname/ Woodstock/ Maio de 68 (além e aquém Atlântico), ou na crise do petróleo de 73.

Estamos a viver uma transformação radical, tanto ou mais profunda do que qualquer uma destas! Está a acontecer na nossa rua e à nossa volta, e ainda não percebemos que a Revolução já começou!

Façamos um rápido balanço da mudança, e do que está a acontecer aos "10 factores":

1º- A Crise Financeira Mundial : desde há 8 meses que o Sistema Financeiro Mundial está à beira do colapso (leia-se "bancarrota") e só se tem aguentado porque os 4 grandes Bancos Centrais mundiais - a FED, o BCE, o Banco do Japão e o Tesouro Britânico - têm injectado (eufemismo que quer dizer: "emprestado virtualmente à taxa zero") montantes astronómicos e inimagináveis no Sistema Bancário Mundial, sem o qual este já teria ruído como um castelo de cartas. Ainda ninguém sabe o que virá, ou como irá acabar esta história !...

2º- A Crise do Petróleo : Desde há 6 meses que o petróleo entrou na espiral de preços. Não há a mínima ideia/teoria de como irá terminar. Duas coisas são porém claras: primeiro, o petróleo jamais voltará aos níveis de 2007 (ou seja, a alta de preço é adquirida e definitiva, devido à visão estratégica da China e da Índia que o compram e amealham!) e começarão rapidamente a fazer sentir-se os efeitos dos custos de energia, de transportes, de serviços. Por exemplo, quem utiliza frequentemente o avião, assistiu há 2 semanas a uma subida no preço dos bilhetes de... 50% (leu bem: cinquenta por cento). É escusado referir as enormes implicações sociais deste factor: basta lembrar que por exemplo toda a indústria de férias e turismo de massas para as classes médias (que, por exemplo, em Portugal ou Espanha representa 15% do PIB) irá virtualmente desaparecer em 12 meses! Acabaram as viagens de avião baratas (...e as férias  massivas!), a inflação controlada, etc...

3º- A Contracção da Mobilidade : fortemente afectados pelos preços do petróleo, os transportes de mercadorias irão sofrer contracção profunda e as trocas físicas comerciais (que sempre implicam transporte) irão sofrer fortíssima retracção, com as óbvias consequências nas indústrias a montante e na interpenetração económica mundial.

4º- A Imigração : a Europa absorveu nos últimos 4 anos cerca de 40 milhões de imigrantes, que buscam melhores condições de vida e formação, num movimento incessante e anacrónico (os imigrantes são precisos para fazer os trabalhos não rentáveis, mas mudam radicalmente a composição social de países-chave como a Alemanha, a Espanha, a Inglaterra ou a Itália). Este movimento irá previsivelmente manter-se nos próximos 5 ou 6 anos! A Europa terá em breve mais de 85 milhões de imigrantes que lutarão pelo poder e melhor estatuto sócio-económico (até agora, vivemos nós em ascensão e com direitos à custa das matérias-primas e da pobreza deles)!

5º- A Destruição da Classe Média : quem tem oportunidade de circular um pouco pela Europa apercebe-se que o movimento de destruição das classes médias (que julgávamos estar apenas a acontecer em Portugal e à custa deste governo) está de facto a "varrer" o Velho Continente! Em Espanha, na Holanda, na Inglaterra ou mesmo em França os problemas das classes médias são comuns e (descontados alguns matizes e diferente gradação) as pessoas estão endividadas, a perder rendimentos, a perder força social e capacidade de intervenção.

6º- A Europa Morreu : embora ainda estejam projectar o cerimonial do enterro, todos os Euro-Políticos perceberam que a Europa moribunda já não tem projecto, já não tem razão de ser, que já não tem liderança e que já não consegue definir quaisquer objectivos num "caldo" de 27 países com poucos ou nenhuns traços comuns!... Já nenhum Cidadão Europeu acredita na "Europa", nem dela espera coisa importante para a sua vida ou o seu futuro! O "Requiem" pela Europa e dos "seus valores" foi chão que deu uvas: deu-se há dias na Irlanda!

7º- A China ao assalto! Contou-me um profissional do sector: a construção naval ao nível mundial comunicou aos interessados a incapacidade em satisfazer entregas de barcos nos próximos 2 anos, porque TODOS os estaleiros navais do Mundo têm TODA a sua capacidade de construção ocupada por encomendas de navios... da China. O gigante asiático vai agora "atacar" o coração da Indústria europeia e americana (até aqui foi just a joke...). Foram apresentados há dias no mais importante Salão Automóvel mundial os novos carros chineses. Desenhados por notáveis gabinetes europeus e americanos, Giuggiaro e Pininfarina incluídos, os novos carros chineses são soberbos, réplicas perfeitas de BMWs e de Mercedes (eu já os vi!) e vão chegar à Europa entre os 8.000 e os 19.000 euros! E quando falamos de Indústria Automóvel ou Aeroespacial europeia...helás! Estamos a falar de centenas de milhar de postos de trabalhos e do maior motor económico,  financeiro e tecnológico da nossa sociedade. À beira desta ameaça, a crise do têxtil foi uma brincadeira de crianças! (Os chineses estão estrategicamente em todos os cantos do mundo a escoar todo o tipo de produtos da China, que está a qualificá-los cada vez mais).

8º- A Crise do Edifício Social : As sociedades ocidentais terminaram com o paradigma da sociedade baseada na célula familiar! As pessoas já não se casam, as famílias tradicionais desfazem-se a um ritmo alucinante, as novas gerações não querem laços de projecto comum, os jovens não querem compromissos, dificultando a criação de um espírito de estratégias e actuação comum...

9º- O Ressurgir da Rússia/Índia : para os menos atentos: a Rússia e a Índia estão a evoluir tecnológica, social e economicamente a uma velocidade estonteante! Com fortes lideranças e ambições estratégicas, em 5 anos ultrapassarão a Alemanha!

10º- A Revolução Tecnológica : nos últimos meses o salto dado pela revolução tecnológica (incluindo a biotecnologia, a energia, as comunicações, a nano tecnologia e a integração tecnológica) suplantou tudo o previsto e processou-se a um ritmo 9 vezes superior à média dos últimos 5 anos!

Eis pois, a Revolução!

Tal como numa conta de multiplicar, estes dez factores estão ligados por um sinal de "vezes" e, no fim, têm um sinal de "igual". Mas o resultado é ainda desconhecido e... imprevisível. Uma coisa é certa: as nossas vidas vão mudar radicalmente nos próximos 12 meses e as mudanças marcar-nos-ão (permanecerão) nos próximos 10 ou 20 anos, forçando-nos a ter carreiras profissionais instáveis, com muito menos promoções e apoios financeiros, a ter estilos de vida mais modestos, recreativos e ecológicos.

Espera-nos o Novo! Como em todas as Revoluções!

 

 

 

(texto integral de um email recebido) que sem dúvida concordo plenamente, já abordei este assunto aqui na grelhada mista, pergunto, quando a indústria estiver toda nos Países agora em desenvolvimento (China, India e arredores) em que nós, Europa e E.U.A., os "exploram" e conseguem por os seus produtos no mercado  com lucros fabulosos, depois quando não tivermos (Europa/ E.U.A.) tecido industrial, eles aumentam os preços e ficamos com a corda na garaganta, porque depois já é tarde para erguer de novo o tecido industrial, a não ser que haja planos para controlo dos governos destes Países...com a Alimentação?   Com tanta evolução tecnológica, ao nível da saúde, dos transportes, lamento profundamente que nem eu, nem tu, nem o nosso avô ou mãe, nem o nosso pai ou vizinho, nem o senhor de cima ou a senhora de baixo, tem  qualquer certeza sobre os dias que vivemos hoje...e pior, a incerteza do dia de amanhã, para os netos, filhos, para todos nós.

...Lamento que assim o seja...

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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publicado por grelhadamista às 15:45

CIMEIRA NATO LISBOA 19,20 -11-2010 - O SUCESSO DA CIMEIRA DA MANIPULAÇÃO E DE INTERESSES

Segunda-feira, 22.11.10

11, disembark Air Force One ...  

 

 

Bom dia,

 

Todos os jornais, televisões e rádios o dizem, aliás o primeiro ministro e o País está orgulhoso com o sucesso da Cimeira e com as forças de segurança, nesta cimeira que juntou os E.U.A., a RUSSIA e o AFEGANISTÃO na mesma mesa e em nome da segurança mundial, aliás dos interesses dos E.U.A., negociou-se a saída do Afeganistão, assinou-se o acordo. Depois de provocarem uma guerra interna no Afeganistão e a alimentarem este ódio, esta tramóia ou estratégia, como queiram..., o 11 de Setembro, o fornecerem armas a várias frentes no Afeganistão, deixando assim uma nação em ruínas e entrando como heróis num território que não é deles nem abrangido pela NATO, com conivência dos governos de vários Países das Nações Unidas e NATO, onde já vimos isto? no Vietnam, no golfo, no Iraque, em que em nome da segurança mundial e devido ao Iraque ter armas nuclerares ou o que evocaram na altura, armasmaciças, etc...tudo não passou de um teatro, de uma manipulação, de uma mentira, para uma "pedra" que estava na estratégia militar dos E.U.A. e do Sr. Bush. O Sadham Hussein que queria vender o seu petróleo em Dolares aos E.U.A., mas em EUR aos europeus e por ai fora, claro que para os E.U.A. isto eram péssimas notícias, pois teriam de produzir para justificar o fabrico do Dólar, como tal assassinaram o Homem para as televisões de todo o Mundo e com a conivência cúmplice e de cabeça baixa de muitos países pertencentes às N.Unidas, mantendo assim o dolar como moeda de transição mundial do petróleo (petrodólar). O que fizeram aqui foi um acordo de troca de negociação em nome de.., mas que na prática é simples, armas, controle, dinheiro, parcerias, cedências e afins, para sairem de um País que não é o deles, poderiam fazer de outra maneira, como por ex, chegarem lá e ocuparem o território à força, mas não...fizeram o que sempre fazem ou seja dividir internamente o País, provocar alguma destruição no mesmo e entrar triunfante como herói que vai estabelecer a segurança...sempre foi assim, sempre será, foi no Iraque, é no Afeganistão, está a ser iniciado na Coreia, pelo menos o palco está montado e será na Venezuela...

Pois bem, eu e muitos milhares pelo Mundo e ainda bem, não concordámos com isto e fomos prá rua dizer basta!! Os milhares de seres humanos que desceram a Av. da Liberdade, portugueses e não só, fizemos barulho, gritámos pela paz e pelo fim deste teatro de da guerra do controle do dinheiro ou do dinheiro do controle da guerra, esta globalização que nos mirra, esta nova ordem mundial dos bancos, do jogo de elites, da especulação, da manipulação dos media, estes que à noite após eu por as fotos no facebook, vi o telejornal que dedicou 25 min. às maravilhas da Cimeira "Obamense", o acompanhar do "carrinho do menino" ao avião e depois 5 min. de imagens sobre a manifestação ANTI-NATO, rematada com a noticia linda do acompanhamento da partida do AIR FORCE ONE "The seal of the american president - posto mesmo ao lado da porta do avião para a foto do acenar) ou seja queriam nos apagar a voz com as ordens que deram à policia para nos ensanduichar a ver dse conseguiam provocar alguma coisa para a TV, mas só conseguiram que gritássemos mais alto, PAZ! Os próprios polícias, tive o prazer de falar com alguns, riam-se da operação e do dinheiro gasto, mais valia gastarem a remodelarem as esquadras - Plenamente de acordo! No final passou a manif. e ficaram todos eles em linha, com 30 carros atrás ,alinhados, com as luzinhas a piscar, para a foto de familia, vestidos a rigor, com as armas em punho. Apenas cumpriam ordens...diziam...e muito bem. Não conseguiram porrada nas ruas, para notícia de abertura, mas conseguiram nos baixar a voz de outra forma, não dando importância e colocando a notícia da manif estratégicamente, não com os que viriam fazer desacatos, mesmo estes sabem que é uma altura crucial para o futuro, a policia também fez o seu treino, ups!, trabalho, lá prendeu 42 pessoas que apenas estavam lá, teriam de apresentar algum resultado, que os própios advogados apelidaram e consideraram de uma perca de tempo por motivos irrisórios. Isto foi bom sim, para alguns hoteis da cidade, algumas empresas prestadoras de serviços, alguma publicidade a alguns produtos portugueses, a Portugal, sem dúvida e só. 

 

Ah! os carros blindados chegaram hoje de manhã, a cimeira já acabou, mas fica para uma próxima...hahaha!!!!

 

Deixo aqui este link para o filme "Zeitgeist", a razão pela qual estive na manifestação, está bem ilustrada neste filme, apesar do início e de algumas passagens serem de psicologia aplicada, a lógica e o que olhamos à nossa volta, não engana, é tipo algodão, só não vê quem não quer e eu quero que os meus filhos e netos sejam livres e que possam comer carne, ovos, cerais, fruta e legumes portugueses e não do outro lado do mundo.

Por um Portugal Livre, por uma Europa Humana, por um Planeta mais justo e saudável.

 

João Azevedo

 

Zeitgeist - O Filme, legendado em PT

http://video.google.com/videoplay?docid=-1437724226641382024#

 

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publicado por grelhadamista às 10:58

Por favor não se deixem adormecer...

Quinta-feira, 23.09.10

   

                                                          Trilateral comission

 

 

Queridos Amigos,

 

Se somarmos dois mais dois, a globalização exagerada e manipulada, a crise provocada e especulatória, o enfraquecimento do "estado-nação", o enfraquecimento claro da classe média, o reforço e ainda mais enriquecimento dos mais ricos, como se não houvesse amanhã, a passagem de muita indústria para os países do chamado "3º mundo", o controlo e diminuição de natalidade, a manipulação de massas em especial através dos media e de marketing consumista, o aparecimento de virus (criados), a alteração dos cursos de àgua, o 11 de setembro nas torres gémeas, que até agora não há certezas de como foi...que falta um avião, à isso falta...que estamos saturados e moídos, que o ensino está a ficar cada vez mais controlado, globalizante e estupidificante, que há reuniões secretas (Clube de Biderberg), que estamos a ser cozidos em banho maria até deixarmos de ter reacção, estamos, tudo isto já abordei de forma soft, aqui, na grelhada mista, que tempos difíceis aí vêm, já sabemos; que o preço de TUDO aumenta para além do nivel de vida cada vez mais baixo de cada um, já sabemos; que o planeta que nos suporta está instável sofrendo as convulsões que levam a catástrofes naturais cada vez mais frequentes também já sabemos; que somos manipulados a torto e a direito, de dentro para fora, de cima para baixo tão-pouco é segredo... Agora vamos lá saber QUEM, COMO e PORQUÊ colecciona sementinhas de todo o mundo no vasto Ártico, guardadas a sete chaves(?), com policiamento constante.  Á quantos anos tem este PLANO vindo a ser preparado? Sei que o texto que se segue e que recebi do FORUM ECO GAIA é longo e vai tomar  algum o vosso precioso tempo, mas por favor ABSORVAM-NO pois podem aí perceber porque é que eu digo que quem no futuro não tiver um pedacinho de terra para sustentar a sí e aos seus ou morre ou passa fome!!!

 

Antes de passarmos ao texto, deixo este texto de Guerra Junqueiro (http://pt.wikipedia.org/wiki/Guerra_junqueiro)

 

'Um povo imbecilizado e resignado, humilde e macambúzio, fatalista e

sonâmbulo, burro de carga,  besta de nora, aguentando pauladas, sacos

de vergonhas, feixes de misérias, sem uma rebelião, um mostrar de dentes,

a energia dum coice, pois que nem já com as orelhas é capaz de sacudir as

moscas...'


Deixo este link para se quiserem verem este video dividido em 6 partes e tirarem as vossas próprias elações...

 

http://www.youtube.com/results?search_query=ca%C3%A7ador+de+sementes&aq=f


A Caverna do Árctico - Controlar os alimentos e o mundo pelas patentes da diversidade genética natural e através dos organismos geneticamente modificados.


A caverna no Árctico com as sementes do juízo final Bill Gates, Rockefeller e os gigantes dos OGM conhecem algo que não sabemos - por F. William Engdahl (*)


Uma coisa de que o fundador da Microsoft, Bill Gates, não pode ser acusado é de ser indolente. Aos 14 anos já fazia programação, aos 20, era ainda estudante em Harvard, fundou a Microsoft. Em 1995 aparecia na listagem da Forbes como o homem mais rico do mundo por ser o maior accionista da Microsoft, uma empresa que, mercê da sua direcção rígida, se constituiu num verdadeiro monopólio dos sistemas de software para computadores pessoais.

Em 2006, quando a maior parte das pessoas na situação dele pensa em retirar-se para uma tranquila ilha do Pacífico, Bill Gates decidiu dedicar as suas energias à sua Fundação Bill e Melinda Gates, a maior fundação privada 'transparente' do mundo, como ele diz, com uma doação de uns esmagadores 34,6 mil milhões de dólares e a imposição legal de gastar 1,5 mil milhões de dólares por ano em projectos filantrópicos a nível mundial a fim de manter o estatuto filantrópico para isenção de impostos. Em 2006, a oferta do seu amigo e sócio, o mega-investidor Warren Buffet, de acções no Buffet's Berkshire Hathaway no valor de uns 30 mil milhões de dólares, colocou a fundação de Gates em posição de poder gastar quase o mesmo valor de todo o orçamento anual da Organização Mundial de Saúde das Nações Unidas.

Por isso, quando Bill Gates decide utilizar a Fundação Gates para investir num projecto cerca de 30 mil milhões de dólares do seu dinheiro, vale a pena analisar esse projecto.

Não há nenhum outro projecto mais interessante de momento do que este muito estranho num dos cantos mais remotos do mundo, Svalbard. Bill Gates está a investir milhões num banco de sementes no Mar Barents perto do Oceano Árctico, a cerca de 1100 quilómetros do Pólo Norte.

Svalbard é um árido pedaço de rocha reclamado pela Noruega e cedido em
1925 por um tratado internacional (ver mapa).

É nesta ilha esquecida por Deus, que Bill Gates está a investir dezenas dos seus milhões em conjunto com a Fundação Rockefeller, a Monsanto Corporation, a Fundação Syngenta e o governo da Noruega, entre outros, naquilo que é chamado de 'banco de sementes do fim do mundo'. Oficialmente o projecto chama-se a Caverna Global de Sementes Svalbard (Svalbard Global Seed Vault) na ilha norueguesa de Spitsbergen, no arquipélago de Svalbard.

  O banco de sementes está a ser construído no interior de uma montanha na ilha de Spitsbergen perto da aldeia de Longyearbven. Está quase pronto para o 'negócio', de acordo com os comunicados. O banco vai ter portas duplas à prova de explosão com sensores de movimento, duas câmaras pressurizadas e paredes de betão reforçado a aço com um metro de espessura. Conterá mais de três milhões de variedades diferentes de sementes de todo o mundo, 'para que se possa conservar a variedade das espécies para o futuro', segundo o governo norueguês. As sementes vão ser embaladas de forma especial para protecção contra a humidade. Não haverá pessoal a tempo inteiro, mas a relativa inacessibilidade da caverna facilitará a fiscalização de qualquer possível actividade humana.

Falha-nos alguma coisa? Os comunicados de imprensa afirmaram, 'para que se possa conservar a variedade das espécies para o futuro'. Que futuro é esse que os patrocinadores do banco de sementes prevêem poderá vir a ameaçar a disponibilidade global das sementes actuais, quando a maior parte delas já está bem protegida em bancos de sementes existentes em todo o mundo?

Sempre que Bill Gates, a Fundação Rockefeller, a Monsanto e a Syngenta se juntam num projecto comum, vale a pena escavar um pouco mais por detrás das rochas de Spitsbergen. Se o fizermos vamos encontrar coisas fascinantes.

O primeiro ponto digno de nota é saber quem é que patrocina a caverna de sementes do fim do mundo. Aqui, em conjunto com os noruegueses, estão, conforme já dito, a Fundação Bill & Melinda Gates; o gigante americano da 'agribusiness' DuPont/Pioneer Hi-Bred, um dos maiores proprietários mundiais de patentes de sementes de organismos geneticamente modificados (OGM) e de agroquímicos afins; a Syngenta, a importante companhia de sementes OGM e agroquímicos, com sede na Suiça, através da Fundação Syngenta; a Fundação Rockefeller, um grupo privado que criou a "revolução genética com mais de 100 milhões de dólares em sementes desde os anos 70; o CGIAR, a rede global criada pela Fundação Rockefeller para promover o seu ideal de pureza genética através da alteração da agricultura.

O CGIAR e 'O Projecto'

Conforme pormenorizei no livro 'Seeds of Destruction' [1] , a Fundação Rockefeller, o Conselho para Desenvolvimento da Agricultura de John D.
Rockefeller III e a Fundação Ford juntaram esforços em 1960 para criar o Instituto Internacional de Investigação do Arroz (IIIR) em Los Baños, nas Filipinas. Em 1971, o IIIR da Fundação Rockefeller, em conjunto com o seu Centro Internacional de Melhoramento do Milho e do Trigo, com sede no México, e com mais outros dois centros internacionais de investigação criados pelas Fundações Rockefeller e Ford, o IITA para a agricultura tropical, na Nigéria, e o IIIR para o arroz, nas Filipinas, aliaram-se para formar um único Grupo Consultivo para Investigação Agrícola Internacional (Consultative Group on International Agriculture Research - CGIAR)

O CGIAR foi delineado numa série de conferências privadas realizadas no centro de conferências da Fundação Rockefeller em Bellagio, na Itália. Os participantes chave nas conversações de Bellagio foram George Harrar, da Fundação Rockefeller, Forrest Hill da Fundação Ford, Robert McNamara do Banco Mundial e Maurice Strong, o organizador ambiental internacional da família Rockefeller, que, enquanto administrador da Fundação Rockefeller, organizou a Cimeira da Terra das Nações Unidas em Estocolmo, em 1972. Há muitas décadas a fundação preocupava-se em por a ciência ao serviço da eugenia, uma versão repugnante da pureza racial, a que fora dado o nome de 'O Projecto'.

Para garantir o maior impacto, o CGIAR atraiu a Organização para a Agricultura e Alimentação e o Programa para o Desenvolvimento, ambas das Nações Unidas, e o Banco Mundial. E assim, mediante uma distribuição cuidadosamente planeada dos seus financiamentos iniciais, no início dos anos 70 a Fundação Rockefeller já estava em posição de delinear a política da agricultura global no início dos anos 70. E de facto delineou-a.

Financiado por generosas doações para estudos das Fundações Rockefeller e Ford, o CGIAR providenciou para que os principais cientistas da agricultura e agrónomos do Terceiro Mundo passassem a 'dominar' os conceitos do moderno agribusiness de modo a poderem levá-los para os seus países. Neste processo criou uma valiosa rede de influências para a promoção do agribusiness americano nesses países, muito em especial para a promoção da 'Revolução Genética' OGM nos países em desenvolvimento, tudo isto em nome da ciência e da eficácia, do mercado livre e da agricultura.

Manipular geneticamente uma raça dominante?

Agora sim, o Banco de Sementes Svalbard começa a tornar-se interessante. Mas ainda há mais. 'O Projecto' a que me referi acima é um projecto da Fundação Rockefeller e de poderosos interesses financeiros desde os anos 20 para utilizar a eugenia, posteriormente rebaptizada de genética, para justificar a criação de uma Raça Dominante geneticamente manipulada. Hitler e os nazis chamaram-lhe a Raça Dominante Ariana.

A eugenia de Hitler foi financiada em grande parte por esta mesma Fundação Rockefeller que está hoje a construir uma caverna de sementes no fim do mundo para preservar amostras de todas as sementes do nosso planeta. Ora isto começa a tornar-se muito intrigante. Foi esta mesma Fundação Rockefeller quem criou a disciplina pseudo-científica da biologia molecular no seu objectivo incansável de reduzir a vida humana a uma 'sequência genética definidora' que, segundo esperava, poderia depois ser modificada de modo a alterar os traços humanos a bel-prazer. Os cientistas de eugenia de Hitler (muitos dos quais foram discretamente levados para os Estados Unidos depois da Guerra para continuarem as suas investigações em eugenia biológica) contribuíram em muito para o trabalho básico da engenharia genética de diversas formas de vida, grande parte do qual foi apoiado abertamente até ao Terceiro Reich pelas generosas contribuições da Fundação Rockefeller.
[2]

Foi a mesma Fundação Rockefeller quem criou a chamada Revolução Verde, na sequência de uma viagem ao México em 1946, de Nelson Rockefeller e de Henry Wallace, ex-secretário da Agricultura do Novo Acordo e fundador da Hi-Bred Seed Company.

A Revolução Verde propunha-se resolver o problema mundial da fome, um problema importante no México, na Índia e noutros países escolhidos onde Rockefeller actuava. O agrónomo da Fundação Rockefeller, Norman Borlaug, ganhou o Prémio Nobel da Paz pelo seu trabalho, uma coisa de que não pode orgulhar-se muito, dado que o partilhou com Henry Kissinger.

Na realidade, como anos depois se veio a verificar, a Revolução Verde foi um brilhante esquema da família Rockefeller para montar um agribusiness globalizado que depois pudesse vir a monopolizar, tal como já tinha feito na indústria petrolífera mundial meio século antes. Como Henry Kissinger declarou nos anos 70, 'se controlarmos o petróleo, controlamos o mundo; se controlarmos os alimentos, controlamos a população'.

O agribusiness e a Revolução Verde de Rockefeller andaram de mãos dadas. Fizeram parte de uma grande estratégia em que a Fundação Rockefeller alguns anos depois veio a financiar a investigação da engenharia genética de plantas e animais.

John H. Davis foi secretário assistente da Agricultura no tempo do Presidente Dwight Eisenhower no início dos anos 50. Saiu de Washington em 1955 e foi para a Escola Superior de Negócios de Harvard, um sítio pouco vulgar para um especialista em agricultura naquela época. Tinha uma estratégia clara. Em 1956, Davis escreveu um artigo na Harvard Business Review em que afirmava que "a única forma de resolver o chamado problema agrícola duma vez por todas, e evitar programas governamentais enfadonhos, é evoluir da agricultura para o agribusiness ". Sabia muito bem o que pretendia, embora pouca gente na altura pensasse nisso - uma revolução na produção agrícola que concentrasse o controlo da cadeia alimentar nas mãos das multinacionais, fora do cultivo familiar tradicional. [3]

Um aspecto crucial que motivava o interesse da Fundação Rockefeller e das empresas americanas de agribusiness era o facto de a Revolução Verde se basear na proliferação de novas sementes híbridas nos mercados em desenvolvimento. Um aspecto vital das sementes híbridas era a sua falta de capacidade reprodutiva. Os híbridos tinham incorporada uma protecção contra a multiplicação. Ao contrário das espécies normais polinizadas a céu aberto cujas sementes dão colheitas semelhantes às plantas suas produtoras, a produção de sementes nascidas das plantas híbridas era significativamente mais baixa do que as da primeira geração.

Esta característica de produção decrescente dos híbridos teve como consequência que os agricultores têm normalmente que comprar sementes todos os anos para poderem obter colheitas altas. Mais ainda, a produção inferior na segunda geração eliminou o comércio de sementes que era feito quase sempre por produtores de sementes sem a autorização do criador. Evitava-se assim a redistribuição das sementes dos cereais comerciais feita por intermediários. Se as grandes empresas multinacionais de sementes pudessem controlar internamente as linhagens das sementes parentais, nenhum concorrente ou agricultor conseguiria produzir o híbrido. A concentração global das patentes de sementes híbridas num punhado de gigantescas companhias de sementes, lideradas pela Pioneer Hi-Bred da DuPont e pela Dekalb da Monsanto estabeleceu a base para a posterior revolução das sementes OGM. [4]

Com efeito, a introdução da moderna tecnologia agrícola americana, dos fertilizantes químicos e das sementes híbridas comerciais, tudo isso tornou os agricultores locais dos países em desenvolvimento, em especial aqueles que tinham terras maiores, dependentes dos abastecimentos das companhias estrangeiras de agribusiness e de petroquímicos, na sua maioria americanas. Foi o primeiro passo do que viria a ser um processo cuidadosamente planeado e que iria durar décadas.

Com a Revolução Verde o agribusiness veio a invadir significativamente mercados que anteriormente eram pouco acessíveis aos exportadores americanos. Esta tendência foi posteriormente rotulada de "agricultura orientada pelo mercado". Na realidade, tratou-se de uma agricultura controlada pelo agribusiness.

Durante a Revolução Verde, a Fundação Rockefeller e mais tarde a Fundação Ford trabalharam de braço dado modelando e apoiando as metas políticas estrangeiras da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID) e da CIA.

Um dos principais efeitos da Revolução Verde foi despovoar as terras de camponeses que foram forçados a emigrar para bairros de lata em volta das cidades numa procura desesperada de trabalho. Não aconteceu por acaso, fazia parte do plano para criar bolsas de mão-de-obra barata para as manufacturas multinacionais americanas, a 'globalização' dos últimos anos.

Quando a auto-promoção em torno da Revolução Verde esmoreceu, os resultados eram muito diferentes do que havia sido prometido. Tinham surgido problemas com o uso indiscriminado dos novos pesticidas químicos, muitas vezes com graves consequências para a saúde. O cultivo de monocultura das novas variedades de sementes híbridas reduziu a fertilidade do solo e das produções com o passar do tempo.
Os primeiros resultados foram impressionantes: colheitas duplas ou triplas para alguns cereais como o trigo e mais tarde o milho, no México. Mas isso depressa passou à História.

A Revolução Verde foi normalmente acompanhada de grandes projectos de irrigação que incluíam quase sempre empréstimos do Banco Mundial para construção de enormes barragens novas, que inundavam áreas previamente escolhidas e terra arável fértil. O super-trigo também produzia maiores colheitas através da saturação do solo com enormes quantidades de fertilizantes por hectare, sendo que os fertilizantes eram produtos derivados de nitratos e do petróleo, controlados pelas principais companhias petrolíferas conhecidas pelas Sete Irmãs, dominadas pelos Rockefeller.

Também se utilizaram enormes quantidades de herbicidas e pesticidas, criando mercados adicionais para os gigantes do petróleo e dos químicos. Como um analista disse, na verdade a Revolução Verde foi meramente uma revolução química. Os países em desenvolvimento não tinham capacidade para pagar as enormes quantidades de fertilizantes e pesticidas químicos. Conseguiam o favor do crédito do Banco Mundial e de empréstimos especiais do Chase Bank e de outros grandes bancos de Nova Iorque, escudados por garantias do governo americano.

Aplicados num grande número de países em desenvolvimento, esses empréstimos foram sobretudo para os grandes proprietários rurais.
Quanto aos agricultores mais pequenos a situação foi diferente. Os agricultores mais pequenos não podiam pagar os produtos químicos e outros produtos modernos e tinham que pedir dinheiro emprestado.

A princípio, diversos programas governamentais tentaram providenciar alguns empréstimos aos agricultores para que eles pudessem comprar sementes e fertilizantes. Os agricultores que não conseguiam participar neste género de programas tinham que pedir emprestado ao sector privado. Dadas as exorbitantes taxas de juro dos empréstimos informais, muitos pequenos agricultores nem sequer aproveitaram os benefícios das colheitas iniciais mais altas. Depois da colheita, tinham que vender a maioria ou mesmo todo o cereal para satisfazer os empréstimos e os juros. Ficaram dependentes dos usurários e dos comerciantes e muitas vezes perderam as suas terras. Mesmo com os empréstimos a juros baixos das organizações governamentais, o cultivo dos cereais de subsistência deu lugar à produção de colheitas de dinheiro. [5]

Há décadas que os mesmos interesses, incluindo a Fundação Rockefeller que apoiou a Revolução Verde inicial, têm manobrado para promover uma segunda 'Revolução Genética' como lhe chamou há alguns anos o presidente da Fundação Rockefeller, Gordon Conway, ou seja, a disseminação de produtos agrícolas e comerciais industriais, incluindo sementes OGM patenteadas.

Gates, Rockefeller e uma Revolução Verde em África

Tendo bem presente o verdadeiro enquadramento da Revolução Verde da Fundação Rockefeller dos anos 50, torna-se deveras curioso que a mesma Fundação Rockefeller, em conjunto com a Fundação Gates, que estão agora a investir milhões de dólares para preservar todas as sementes contra um possível cenário de "fim do mundo", estejam também a investir milhões num projecto chamado 'A Aliança para uma Revolução Verde em África' (The Alliance for a Green Revolution in Africa).

A AGRA, como se intitula, é de novo uma aliança com a mesma Fundação Rockefeller que criou a "Revolução Genética". Isto confirma-se se olharmos para o Conselho de Administração da AGRA.

Inclui nada mais, nada menos do que o ex-secretário-geral da ONU, Kofi Annan, como presidente. No seu discurso de tomada de posse num evento do Fórum Económico Mundial em Cape Town, na África do Sul, em Junho de 2007, Kofi Annan afirmou, 'Aceito este desafio agradecendo à Fundação Rockefeller, à Fundação Bill & Melinda Gates, e a todos os outros que apoiam a nossa campanha africana'.

A juntar ao conselho da AGRA aparece um sul-africano, Strive Masiyiwa que é director da Fundação Rockefeller. Inclui Sylvia M. Mathews da Fundação Bill & Melinda Gates; Mamphela Ramphele, ex director-gerente do Banco Mundial (2000-2006); Rajiv J. Shah, da Fundação Gates; Nadya K. Shmavonian da Fundação Rockefeller; Roy Steiner da Fundação Gates; Nadya K. Shmavonian da Fundação Rockefeller; Roy Steiner da Fundação Gates. Para além destes, uma 'Aliança para a AGRA' inclui Gary Toenniessen, director-gerente da Fundação Rockefeller e Akinwumi Adesina, director associado da Fundação Rockefeller.

Para completar o painel, o 'Programas para a AGRA' inclui Peter Matlon, director-gerente, Fundação Rockefeller; Joseph De Vries, director do 'Programa para os Sistemas de Sementes de África' e director sócio, Fundação Rockefeller; Akinwumi Adesina, director sócio, Fundação Rockefeller. Tal como a velha e falhada Revolução Verde na Índia e no México, a nova Revolução Verde em Africa é obviamente uma alta prioridade da Fundação Rockefeller.

Embora actualmente mantenham um perfil discreto, pensa-se que a Monsanto e os principais gigantes do agribusiness GMO estão por detrás da utilização da AGRA de Kofi Annan para disseminar por toda a África as suas sementes patenteadas OGM, sob o rótulo enganador de 'biotecnologia', o novo eufemismo para as sementes geneticamente modificadas patenteadas. Até à data, a África do Sul é o único país africano que permite a plantação legal de cereais OGM. Em 2003 Burkina Faso autorizou testes com OGM. Em 2005 o Gana de Kofi Annan adoptou leis de bio-segurança e funcionários ao mais alto nível expressaram a intenção de prosseguir com a investigação sobre cereais OGM.

A Africa é o próximo alvo na campanha do governo americano para disseminar os OGM's a nível mundial. Os seus solos férteis tornam-na num candidato ideal. Não é de surpreender que muitos governos africanos temam o pior dos patrocinadores dos OGM's, já que tem sido em Africa que se iniciaram muitos projectos de engenharia genética e de bio-segurança, com o objectivo de introduzir os GMO's nos sistemas agrícolas africanos. Estes projectos incluem patrocínios oferecidos pelo governo americano para formar nos EUA cientistas africanos em engenharia genética, para projectos de bio-segurança financiados pela Organização dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional
(USAID) e pelo Banco Mundial, e para investigação de OGM's envolvendo plantações alimentares indígenas africanos.

A Fundação Rockefeller tem vindo a trabalhar desde há anos para promover, quase sempre sem êxito, projectos para introdução de OGM's em terras de África. Eles apoiaram a investigação da aplicabilidade do algodão OGM nos planaltos Makhathini na África do Sul.

A Monsanto, que tem um pé bem metido na indústria de sementes da África do Sul, tanto de OGM como de híbridos, concebeu um engenhoso programa para pequenos proprietários, conhecido por a Campanha das 'Sementes da Esperança', que está a introduzir um pacote de revolução verde entre agricultores pobres de pequena dimensão, seguido, evidentemente, por sementes patenteadas OGM da Monsanto. [6]

A Syngenta AG da Suiça, um dos 'Quatro Cavaleiros do Apocalipse OGM'
está a introduzir milhões de dólares numa nova instalação de estufas em Nairobi, para desenvolver trigo OGM resistente a insectos. A Syngenta também faz parte do CGIAR. [7]

Em direcção a Svalbard

Ora bem, será isto simplesmente relaxamento filosófico? O que leva as fundações Gates e Rockefeller em uníssono a promover a proliferação em toda a África de sementes patenteadas e de sementes Terminator que serão patenteadas dentro em pouco, um processo que, tal como aconteceu em todos os outros lugares do mundo, destrói as variedades de sementes de plantas quando é introduzido o agribusiness industrializado da monocultura? E em simultâneo estão a investir dezenas de milhões de dólares para preservar todas as variedades de sementes conhecidas numa caverna de fim do mundo, à prova de bombas, perto do longínquo Círculo Árctico, 'para que se possa conservar a variedade das espécies para o futuro', para voltar a repetir o seu comunicado oficial?

Não é por acaso que as fundações Rockefeller e Gates se uniram para impulsionar uma Revolução Verde estilo OGM em Africa ao mesmo tempo que estão a financiar discretamente a 'caverna de sementes do fim do mundo' em Svalbard. Os gigantes do agribusiness OGM estão enterrados até às orelhas no projecto Svalbard.

Toque de Artista na Caverna do Fim do Mundo Svalbard

Na realidade, todo o empreendimento de Svalbard e as pessoas nele envolvidas fazem lembrar as imagens catastróficas do bestseller de Michael Crichton, 'O Enigma de Andrómeda', um filme arrepiante de ficção científica em que uma doença mortal de origem extraterrestre provoca a rápida e fatal coagulação do sangue ameaçando toda a espécie humana. Em Svalbard, o futuro repositório de sementes mais seguro do mundo vai ser guardado pelos polícias da Revolução Verde OGM - as Fundações Rockefeller e Gates, a Syngenta, a DuPont e a CGIAR.

O projecto Svalbard vai ser dirigido por uma organização chamada Global Crop Diversity Trust (GCDT). Quem são eles para guardarem este depósito impressionante de todas as variedades de sementes do planeta?
O GCDT foi fundado pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) e pela Bioversity International (antigo Instituto Internacional de Investigação Genética de Plantas), um desdobramento do CGIAR.

O Trust tem sede em Roma. O seu conselho é presidido por Margaret Catley-Carlson, uma canadiana que também está no conselho consultivo do Group Suez Lyonnaise des Eaux, uma das maiores companhias privadas de água do mundo. Catley-Carlson também foi presidente até 1998 do Population Council, com sede em Nova Iorque, a organização para redução da população de John D. Rockefeller, fundada em 1952 para promover o programa de eugenia da família Rockefeller sob a capa de propaganda "planeamento familiar", dispositivos para controlo de nascimentos, esterilização e "controlo da população" nos países em desenvolvimento.

Um outro membro do conselho do GCDT é Lewis Coleman, antigo executivo do Bank of America, actualmente chefe da Hollywood DreamWorks Animation. Coleman é também o principal director do conselho da Northrup Grumman Corporation, uma das maiores empreiteiras americanas da indústria militar, com contratos com o Pentágono.

Jorio Dauster (Brasil) é também presidente do conselho da Brasil Ecodiesel. Foi embaixador do Brasil na União Europeia e negociador principal da dívida externa do Brasil para o ministro das Finanças.
Dauster também foi presidente do Instituto Brasileiro do Café e coordenador do 'Projecto para a Modernização do Sistema de Patentes do Brasil', que envolve a legalização de patentes de sementes que são geneticamente modificadas, uma coisa que até há pouco tempo era proibida pelas leis do Brasil.

Cary Fowler é o director executivo do Trust. Fowler foi professor e director de investigação no Departamento para o Ambiente Internacional & Estudos de Desenvolvimento na universidade norueguesa de Ciências da Vida. Foi também um consultor sénior do director-geral da Bioversity International. Representou ali os Centros Futuros de Searas do CGIAR em negociações sobre o Tratado Internacional para os Recursos Genéticos de Plantas. Nos anos 90 chefiou o Programa Internacional para os Recursos Genéticos de Plantas na FAO. Delineou e supervisionou as negociações do Plano Global de Acção da FAO para os Recursos Genéticos de Plantas, adoptado por 150 países em 1996. É membro antigo do Conselho Nacional dos Recursos Genéticos de Plantas dos EUA e do conselho de administração do Centro Internacional do Melhoramento do Milho e do Trigo no México, mais um projecto da Fundação Rockefeller e do CGIAR.

O Dr. Magla Rai da Índia, membro do conselho do GCDT, é o secretário do Departamento da Investigação e Educação Agrícola da Índia (DARE) e director-geral do Conselho Indiano para a Investigação Agrícola (ICAR). É também membro do conselho do Instituto Internacional de Investigação do Arroz (IRRI) da Fundação Rockefeller, que promoveu a primeira grande experiência GMO do mundo, o tão apregoado 'Arroz de Ouro' que veio a ser um falhanço. Rai foi membro do conselho do CIMMYT (Centro Internacional do Melhoramento do Milho e do Trigo) e membro do conselho executivo do CGIAR.

Os Global Crop Diversity Trust Donors, ou anjos financiadores, incluem também, nas palavras de Humphrey Bogart no clássico Casablanca, 'todos os suspeitos habituais'. Além das Fundações Rockefeller e Gates, os Doadores incluem os gigantes OGM's DuPont-Pioneer Hi-Bred, Syngenta de Basle na Suiça, o CGIAR e a USAID, uma organização do Departamento de Estado para ajuda ao desenvolvimento, pró-OGM no que se refere a energia. Na verdade, parece que temos as raposas do OGM e da redução da população a guardar o galinheiro da humanidade, o armazém em Svalbard global da diversidade de sementes. [8]

Svalbard agora, porquê?

É legítimo perguntar porque é que Bill Gates e a Fundação Rockefeller em conjunto com os principais gigantes do agribusiness da engenharia genética, como a DuPont e a Syngenta, e ainda com o CGIAR estão a construir a Caverna das Sementes do Juízo Final lá no Árctico.

Primeiro que tudo, quem utiliza um banco de sementes destes? Os principais utilizadores dos bancos genéticos são os produtores de plantas e os investigadores. Os maiores produtores actuais de plantas são a Monsanto, a Dupont, a Syngenta e a Dow Chemical, os gigantes GMO globais que patenteiam plantas. Desde o início de 2007 que a Monsanto detém, em conjunto com o governo dos Estados Unidos, os direitos mundiais da patente da planta chamada 'Terminator' ou Tecnologia de Restrição de Uso Genético (Genetic Use Restriction Technology, GURT).
O Terminator é uma tecnologia sinistra pela qual uma semente comercial patenteada se 'suicida' após uma colheita. O controlo das companhias privadas de sementes é total. Nunca existiu na história da humanidade um tal controlo e um tal poder destes sobre a cadeia alimentar.

Esta característica do Terminator habilmente engendrada geneticamente obriga os agricultores a recorrer todos os anos à Monsanto ou a outros fornecedores de sementes OGM para obter novas sementes de arroz, soja, milho, trigo, ou outros cereais de que precisem para alimentarem as suas populações. Se for introduzido em grande escala em todo o mundo, pode, talvez dentro de uma década, tornar a maioria dos produtores de alimentos do mundo em servos feudais, escravos de três ou quatro gigantescas companhias de sementes como a Monsanto ou a DuPont ou a Dow Chemical.

Claro que isso também pode dar azo a que essas companhias privadas, porventura por ordem do seu governo local, Washington, recusem sementes a este ou aquele país em desenvolvimento cuja política possa ir contra a de Washington. Aqueles que dizem 'aqui isso não pode acontecer' deviam observar com mais atenção os actuais acontecimentos internacionais. A mera existência dessa concentração de poder em três ou quatro gigantes do agribusiness com base nos EUA é uma razão para o boicote legal de todos os cereais OGM, mesmo que os seus ganhos em colheitas fossem reais, o que manifestamente não são.

Estas companhias privadas, a Monsanto, a DuPont e a Dow Chemical, nem sequer têm um registo imaculado em termos de protecção da vida humana.
Desenvolveram e proliferaram inovações como a dioxina, os bifenis policlorinados, o agente laranja. Encobriram durante décadas indícios óbvios cancerígenos e de outras consequências graves para a saúde humana decorrentes do uso dos químicos tóxicos. Enterraram relatórios científicos sérios sobre o facto de o herbicida mais utilizado a nível mundial, o glifosato, o ingrediente essencial do herbicida Roundup da Monsanto que está relacionado com a compra da maioria das sementes manipuladas geneticamente pela Monsanto, é tóxico quando se infiltra na água potável. [9] A Dinamarca proibiu o glifosato em 2003 quando se confirmou que tinha contaminado as águas subterrâneas do país. [10]

A diversidade armazenada em bancos genéticos de sementes é a matéria-prima para a produção de plantas e extremamente importante para a investigação biológica básica. Todos os anos são distribuídas para esses fins várias centenas de milhares de amostras. A FAO das Nações Unidas lista uns 1 400 bancos de sementes em todo o mundo, sendo o maior deles propriedade do governo dos Estados Unidos. Outros grandes bancos situam-se na China, na Rússia, no Japão, na Índia, na Coreia do Sul, na Alemanha e no Canadá, por ordem decrescente de dimensão. Além disso, o CGIAR administra uma cadeia de bancos de sementes em centros seleccionados a nível mundial.

O CGIAR, fundado em 1972 pela Fundação Rockefeller e pela Fundação Ford para disseminar o seu modelo de agribusiness Revolução Verde, controla a maior parte dos bancos privados de sementes desde as Filipinas até à Síria e ao Quénia. Em todos estes bancos de sementes mantém mais de seis milhões e meio de variedades de sementes, das quais quase dois milhões são 'distintas'. A Caverna do Fim do Mundo Svalbard vai ter capacidade para albergar quatro milhões e meio de sementes diferentes.

OGM como arma de guerra biológica?

E chegamos agora ao cerne do perigo e do potencial para a utilização indevida inerente ao projecto Svalbard de Bill Gates e da fundação Rockefeller. Será que o desenvolvimento de sementes patenteadas para os cereais de sustento fundamental da maior parte do mundo, como o arroz, o trigo, o milho e as plantas de forragem como a soja possa acabar por vir a ser utilizado numa horrível forma de guerra biológica?

O objectivo explícito do grupo de pressão para a eugenia financiado por abastadas famílias de elite, como os Rockefeller, os Carnegie, os Harriman e outros desde os anos 20, corporizou aquilo a que chamaram 'eugenia negativa', a eliminação sistemática de descendências indesejáveis. Margaret Sanger, uma eugenista apressada, fundadora da Paternidade Planeada Internacional e íntima da família Rockefeller, em
1939 criou algo chamado The Negro Project, com base em Harlem, o qual, como ela confidenciou numa carta a um amigo, era todo sobre o facto de que, como ela afirmou, 'queremos exterminar a população negra'. [11]

Em 2001 uma pequena companhia de biotecnologia da Califórnia, a Epicyte, anunciou o desenvolvimento de trigo geneticamente manipulado que continha um espermicida que tornava estéril o sémen dos homens que o comessem. Na época a Epicyte fez um acordo de associação para disseminar esta tecnologia com a DuPont e a Syngenta, dois dos patrocinadores da Caverna de Sementes do Fim do Mundo Svalbard. A Epicyte foi depois comprada por uma companhia de biotecnologia da Carolina do Norte. O que é de espantar é que a Epicyte desenvolveu o seu trigo OGM espermicida com financiamentos para investigação do Departamento da Agricultura americano, o mesmo departamento que, apesar da oposição mundial, continuou a financiar o desenvolvimento da tecnologia Terminator, hoje propriedade da Monsanto.

Nos anos 90, a Organização Mundial de Saúde das Nações Unidas desencadeou uma campanha para vacinar milhões de mulheres na Nicarágua, no México e nas Filipinas, de idades compreendidas entre os
15 e os 45 anos, supostamente contra o tétano, uma doença que pode ser provocada por pisar um prego enferrujado, por exemplo. A vacina não foi administrada a homens ou rapazes, apesar de presumivelmente eles poderem igualmente pisar pregos enferrujados tal como as mulheres.

Perante esta anomalia estranha, o Comité Pró Vida do México, uma organização laica católica romana, ficou desconfiada e mandou testar amostras da vacina. Os testes revelaram que a vacina do tétano que estava a ser administrada pela OMS apenas a mulheres em idade de procriarem, continha gonadotrofina coriónica (HCG) humana, uma hormona natural que, quando combinada com um portador toxóide de tétano estimula anticorpos tornando a mulher incapaz de manter uma gravidez.
Nenhuma das mulheres vacinadas foi informada disso.

Soube-se mais tarde que a Fundação Rockefeller em conjunto com o Conselho da População de Rockefeller, o Banco Mundial (anfitrião do CGIAR) e os Institutos Nacionais de Saúde dos EU, tinham estado todos envolvidos num projecto que durou 20 anos, iniciado em 1972, para desenvolver a escondida vacina de aborto com um portador de tétano para a OMS. Mais ainda, o governo da Noruega, o anfitrião da Caverna de Sementes do Fim do Mundo Svalbard, doou 41 milhões de dólares para desenvolver a vacina especial abortiva do tétano. [12]

Será coincidência que estas mesmas organizações, desde a Noruega à Fundação Rockefeller, passando pelo Banco Mundial, estejam também envolvidas no projecto do banco de sementes de Svalbard? Segundo o Prof. Francis Boyle, que redigiu a Lei Antiterrorista de Armas Biológicas de 1989 aprovada pelo Congresso dos EUA, o Pentágono 'está agora empenhado em travar e ganhar a guerra biológica', objectivo integrado nas duas directivas de estratégia nacional de Bush adoptadas em 2002, 'sem conhecimento nem análise pública', segundo ele faz notar. Boyle acrescenta que só em 2001-2004 o governo federal dos EUA gastou em trabalhos civis relacionados com a guerra biológica, 14,5 mil milhões de dólares, uma soma incrível.

O biólogo Richard Ebright, da Universidade de Rutgers, calcula que mais de 300 instituições científicas e cerca de 12 mil pessoas individuais nos EUA têm actualmente acesso a elementos patogénicos adequados à guerra biológica. Só doações dos Institutos Nacionais de Saúde do governo americano para investigação de doenças infecciosas com potencial para guerra biológica, há 497. Claro que isto é hoje justificado sob a rubrica da defesa contra possíveis ataques terroristas.

Muitos dos dólares do governo americano gastos na investigação da guerra biológica envolvem engenharia genética. O professor de biologia do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, Jonathan King, diz que os 'crescentes programas de terrorismo biológico representam um perigo emergente significativo para a nossa população'. King acrescenta que, 'embora esses programas sejam sempre rotulados de defensivos, quando se trata de armas biológicas, os programas defensivos e ofensivos sobrepõem-se quase completamente'. [13]

O tempo o dirá, que Deus nos proteja, se o Banco de Sementes do Fim do mundo Svalbard de Bill Gates e da Fundação Rockefeller, faz parte de outra Solução Final, desta vez envolvendo a extinção do defunto Grande Planeta Terra.


NOTAS


1- F. William Engdahl, Seeds of Destruction: The Hidden Agenda of Genetic Manipulation, Montreal, (Global Research Press, 2007).
2- Ibid, pp.72-90.
3- John H. Davis, Harvard Business Review, 1956, citado em Geoffrey Lawrence, Agribusiness, Capitalism and the Countryside, Pluto Press, Sydney, 1987. Ver também Harvard Business School, The Evolution of an Industry and a Seminar: Agribusiness Seminar, http://www.exed.hbs.edu/programs/agb/seminar.html .
4- Engdahl, op cit., p. 130.
5- Ibid. P. 123-30.
6- Myriam Mayet, The New Green Revolution in Africa: Trojan Horse for GMOs?, May, 2007, African Centre for Biosafety, www.biosafetyafrica.net .
  7- ETC Group, Green Revolution 2.0 for Africa?, Communique Issue #94, March/April 2007.
8- Global Crop Diversity Trust website, in http://www.croptrust.org/main/donors.php .
9- Engdahl, op. cit., pp.227-236.
10- Anders Legarth Smith, Denmark Bans Glyphosates, the Active Ingredient in Roundup, Politiken, September 15, 2003, in
organic.com.au/news/2003.09.15 .
11- Tanya L. Green, The Negro Project: Margaret Sanger's Genocide Project for Black American's, in www.blackgenocide.org/negro.html .
12- Engdahl, op. cit., pp. 273-275; J.A. Miller, Are New Vaccines Laced With Birth-Control Drugs?, HLI Reports, Human Life International, Gaithersburg, Maryland; June/July 1995, Volume 13, Number 8.
13- Sherwood Ross, Bush Developing Illegal Bioterror Weapons for Offensive Use,' December 20, 2006, in www.truthout.org .

[*] Autor de Seeds of Destruction, the Hidden Agenda of Genetic
Manipulation acabado de publicar pela Global Research.   É também
autor de A Century of War: Anglo-American Oil Politics and the New
World Order  .   Mais artigos do autor em
www.engdahl.oilgeopolitics.ne t e Global Research.   Contacto:
info@engdahl.oilgeopolitics.net .

---

O original encontra-se em
http://www.globalresearch.ca/index.php?context=va&aid=7529.

Tradução de Margarida Ferreira.
Este artigo encontra-se em http://resistir.info/

Veja-o aqui

http://www.eco-gaia.net/forum-pt/index.php?topic=759.0

Atenciosamente,
A Equipa do FÓRUM ECO-GAIA - Por um Mundo Melhor.


 Fechem a boca ou ainda entra uma mosca geneticamente manipulada.....

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publicado por grelhadamista às 18:03

De Espanha, nem bons ventos, nem bons casamentos...

Quinta-feira, 26.08.10

 

  

     Já se dizia em tempos áureos, que "de Espanha, nem bons ventos, nem bons casamentos", continua a ser pura verdade!!!

Ao longo dos tempos sempre travámos batalhas ferozes com os poderosos e numerosos exércitos Castelhanos e nós, em muito menor número, sempre lhes demos porrada e sempre defendemos o nosso amado cantinho, como reza uma das deliciosas lendas - a da Padeira de Aljubarrota.

( post batalha de Aljubarrota - Junho2009)  http://grelhadamista.blogs.sapo.pt/1987.html

 

Por isso hoje, custa-me muito ouvir alguns compatriotas, que em vez de se insurgirem contra estes políticos que nos assolam, preferem a fácil via do -" mais valia sermos espanhois,blá ,blá ,blá, muitas vezes sem conhecimento nenhum, é o que ouvem na rua".

Eu prório já fui vítima da caricata situação que já mais parece uma antiga anedota, que outra coisa, mas infelizmente aconteceu comigo!!

Há uns anos fui a Espanha e pedi uma "cerveja", embirraram e queriam que eu trocasse o J pelo Z de "cerveza", que não entendiam, andámos ali 5 min. nisto, desisti de beber a minha cerveja, mas não de chamá-la cerveja. Café igual, nada entendem porque não querem, nós cá falamos tudo e entendemos tudo e todos, é uma questão de boa vontade. Ha! e ainda andei prá frente, para trás, prá frente, para trás, pois de cada vez que perguntava onde ficava o local X, diziam-me que era ao fundo, chegava ao fundo diziam, isso é para trás. Quando apanhei cá um autocarro de turismo espanhol, carregadinho de espanhois a que parou mesmo ao meu lado, ia eu a passar a pé no Campo Grande, para me perguntarem onde ficava o hotel tal, hotel esse que era ao virar da esquina à direita, mas não, como eu não entendia, indiquei o caminho que viravam à esquerda, passavam pela churrasqueira do campo grande, subiam para a 2ª circular, sempre em frente, passavam o estádio do Benfica (Ha, Eusébio, benfica, balé!) e seguiam sempre em frente, avistariam cúpulas de àrvores, seguir placas a indicar Monsanto, que mais à frente tinham placas com o nome do hotel e avistavam o hotel, rss. Assim mandei os turistas espanhois conhecer o monsanto, hehehehe!! ou seja vinguei-me bem, pois naquele tempo as rotundas do monsanto, não tinham tantas placas como agora, quem não conhecesse, dava ali voltas e voltas para sair dali. hahahaha!!!!

Mandaram-me isto, ao qual reproduzo aqui na grelhada-mista. Portugal sempre, com orgulho e humor!!

 

21 Razões para odiar os espanhóis.......no bom sentido!!!

 

1. A mania que eles têm de invadir-nos de 200 em 200 anos só para levarem nos cornos. Será masoquismo?!?

 

2. Tratado de Tordesilhas, em que eles ficaram com o ouro e a prata toda e nós com as mulatas e a caipirinha... pensando bem, o negócio até nem foi tão mal para nós porque, entretanto, o ouro e a prata acabaram-se.

 

3. As sevilhanas: que raio de gente com auto-estima se veste com vestidos às bolinhas tipo joaninha e saltita enquanto um parolo de cabelo oleoso geme como quem está com uma crise de hemorróidas?

 

4. Castilla la Macha, Estremadura e Andaluzia: todos eles desertos áridos e monótonos, mas sem camelos nem tipos de turbante para tirar fotos com os turistas.

 

5. O antigo costume espanhol de reclamarem para si terras às quais não têm direito (como Gilbraltar, Ceuta, Olivença - que é nossa! - e as Canárias).

 

6. Enrique Iglesias, y su magnifica verruga en la tromba.

 

7. A língua castelhana: esse prodígio da linguagem, em que seres humanos são capazes de emitir ruídos imitando perfeitamente o som de um cão a roer um osso.

 

8. Filipe I.

 

9. Filipe II.

 

10. Filipe III.

 

11. Os Seat, os piores automóveis que existem a oeste da Varsóvia. Boca chauvinista, a treinar diante do espelho: "Yo esborracho tu Seat Ibiza com mi pujante UMM"!

 

12. A Guardía Civil, e a sua mania de arrear porrada em políticos portugueses na fronteira: mesmo que eles estivessem a pedi-las, nos nossos políticos somos nós quem "molha a sopa".

 

13. Badajoz, a segunda cidade mais feia do mundo, a seguir a Ayamonte.

 

14. Os nomes que ostentam: quer queiram, quer não, Pilar é nome de uma viga de betão e Mercedes é tudo menos nome de mulher!

 

15. A mania que têm de se afirmarem como uma nação unida quando três quintos da população tem um ódio de morte a Espanha.

 

16. El Córte Inglés... Até eles tiveram vergonha da sua criação, pelo que não lhe chamaram "El Córte Español", optando por atirar as culpas a outro povo, totalmente inocente.

 

17. Café espanhol: uma zurrapa intragável e, além disso, para se conseguir uma bica em Espanha, o cliente tem que especificar expressamente que a quer "sin leche". E, à cautela, convirá também pedir sem Sonasol, sem gelo, sem pêlos do peito do empregado...

 

18. A riquíssima culinária espanhola: paella de carne, paella de peixe, paella de gambas... Claro que galegos, bascos e catalães têm uma culinária riquíssima, mas esses não são espanhóis (ver ponto 15).

 

19. O hábito cínico de nos tratarem por "nuestros hermanos". Aí o português deve, com ênfase, esclarecer: "Xô, bastardo! Vai prá p*** que te pariu!".

 

20. A televisão espanhola: 100% parola, e onde é considerado top de audiências um concurso em que a concorrente, chamada Mercedes (vrumm! vrumm!), tem que dançar sevilhanas (arrghh!) com o Enrique Iglesias (vómitos!) para ganhar um Seat (keep it!) ou um T2 em Ayamonte (nãaaaaaaaao!).

 

21. Já imaginando a contra-argumentação que alguns tentarão contra esta minha lista, devo lembrar que os filmes que passavam no antigo Canal 18 NÃO são feitos em Espanha, nem por espanhóis. São americanos e dobrados em espanhol porque os espanhóis ficariam logo murchos se ouvissem as senhoras a gemer noutra língua que não a sua. Aliás, os espanhóis nunca foram muito dotados: sabiam que a DUREX comercializa em Portugal preservativos na média 1 cm mais compridos do que aqueles que comercializa em Espanha?!?

 

Agora, agradeçamos todos:

Obrigado D. Afonso Henriques, por nos teres separado dessa raça, para que hoje possamos dizer, com orgulho, eu sou português!

 

 

 

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publicado por grelhadamista às 10:29





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